Vício

Por: Anne Abe e Camilla Saldanha

O Canal Porta dos Fundos, tratou de uma maneira divertida o vício das pessoas em redes sociais, onde não conseguem mais desgrudarem do celular, nem quando estão no meio dos amigos e muitas vezes, ainda conversam através de mensagens nos grupos do WhatsApp. Assista abaixo o vídeo:

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WhatsApp presente nos diferentes veículos jornalísticos

Por: Alexandre Carvalho, Anne Abe e Stephanee Melo

Como vimos aqui no blog, o WhatsApp já está presente em diversos meios de comunicação, fortalecendo as relações com o público, que através dele, até ajudam na elaboração de pautas. Além disso, facilita e agiliza a troca de informações entre os profissionais em uma cobertura externa. Os jornalistas Giba Bergamim Jr., repórter da Folha de S. Paulo, Mariane Peres, repórter do G1 e Murilo Zara, apresentador do SPTV 1ª edição, nos contam como utilizam o aplicativo na vida pessoal e profissional, nos diferentes tipos de veículos: impresso, online e TV. 

Como lidar com fotos vazadas

Por: Camilla Saldanha e Anne Abe

O WhatsApp virou parte integrante em nosso dia, é raro encontrar quem não utilize o aplicativo. As informações são veiculadas de forma rápida e uma grande quantidade de vídeos e fotos são compartilhados todos os dias graças aos diversos grupos, o que também aumenta o risco de conteúdos mais íntimos, como fotos e vídeos vazarem na plataforma e se espalharem na internet.

Carolina Dieckmann em delegacia do Rio de Janeiro, quando foram divulgadas 36 fotos íntimas suas

Diferente do que muitos pensam, a internet não é uma terra sem lei e crimes cometidos na rede devem ser punidos. A Lei Carolina Dieckmann que serve para infrações virtuais foi sancionada em dezembro de 2012, e batizada com o nome da atriz, devido à repercussão do caso. Carolina teve a sua conta de e-mail invadida por hackers e 36 imagens foram compartilhadas na internet depois que ela se recusou a pagar o valor exigido de R$ 10.000,00.

No entanto, segundo a advogada Karla Cardoso, 24, a lei pune apenas a invasão de computador alheio para obtenção de arquivos, já quando diz respeito a fotos vazadas ainda não há uma legislação específica. “Quando uma lei considera determinado arquivo como sendo sigiloso, a divulgação indevida é punida mais severamente, mas isso não tem relação com fotos intimas”, disse. Portanto, a saída para esses casos é prestar queixa de crimes contra a honra (injúria e difamação) e pedir indenização por danos morais.

Além de Carolina Dieckmann, outros famosos também foram vítimas da exposição de sua intimidade, como a socialite Kim Cardanhista e as atrizes americanas Jennifer Lawrence e Scarlett Johansson.

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Kim Kardashian, Jennifer Lawrence e Scarlett Johansson tiveram imagens íntimas divulgadas na internet

O caso mais recente envolvendo o vazamento de imagens íntimas em grupos de WhatsApp aconteceu com o ator Stênio Garcia e a esposa Marilene Saade. As imagens começaram a circular na internet em setembro deste ano. Em entrevista ao Fantástico após a repercussão, Marilene mencionou que se “sentiu estuprada”com tanta exposição. Eles também afirmaram que não sabem como isso aconteceu e que esperavam justiça.

O que há de novo?

Por: Ana Caroline Nezi

Para trabalhar, estudar, passar o tempo… São diversas as funções de um dos aplicativos mais populares da era dos smartphones: o Whatsapp.

O nome surgiu a partir da expressão americana – mesma origem do aplicativo – “what’s up?”, que quando traduzido fica “o que há?”. Semelhante ao nosso: “e aí?”.

Revolucionou a forma de comunicação, substituindo o SMS e também as ligações. Permite a interação entre pessoas e até grupos de pessoas com mensagens simultâneas.

O jornalista e também professor universitário Roberto Mancuzo Júnior, 40, faz uso do aplicativo como uma ferramenta de trabalho:

 

 

Os grupos que movimentam o WhatsApp

Por: Isabele Karine

A rede social vai muito além dos mundos de Twitter, Facebook, Instagram, etc. O WhatsApp que se tornou febre entre os aparelhos Android, se modifica a cada dia, mas além do famoso PV (privado), onde se pode conversar com uma única pessoa, os grupos lotam as páginas de conversação dos celulares. São grupos de amigos, só de mulheres, escola, faculdade, mães de primeira viagem e agora os grupos das rádios. Cuidado e atenção são algo que uma emissora precisa ter, para que nada saia do controle nesses grupos, que são uma comunicação direta com os ouvintes, aproximando o emissor do seu receptor, onde seu interesse vai muito além de só saber que estão ouvindo a programação, mas de interagir com todos, criando novas amizades.

Em uma entrevista com o radialista Fernando Barros, da 98 FM , criador e organizador do  “Noventa e oitensses”, ele conta sobre a experiência de ser administrador de um grupo tão movimentado…

– Como você radialista e comunicador, define a importância do WhatsApp no seu meio de trabalho ou no seu campo de atuação?

– WhatsApp é uma ferramenta muito importante hoje, principalmente para quem trabalha com pessoas. Existe o programa na rádio (98 FM) voltada ao WhatsApp, que aproxima o ouvinte da rádio. É um canal direto com o ouvinte. Antes do uso dessas plataformas não só no WhatsApp, mas outras redes sociais, o ouvinte tinha que passar pela secretária, ligava no telefone da rádio e hoje não. Já se pode ter um contato direto através do WhatsApp e falar diretamente com o locutor que está no ar.

– Quais as vantagens que você encontra por utilizar os grupos de WhatsApp para o trabalho?

– A 98 FM tem um grupo que no ar não é muito útil, porque no grupo de WhatsApp sabemos que o pessoal gosta de interagir demais entre si e pouco com a programação da rádio. Mas no trabalho como representante comercial tem alguns grupos que são necessários, para quando tem algum evento, é preciso reunir as promotoras, se vai ter alguma festa, é legal para estar se comunicando nos grupos. Algum evento da rádio também, monta-se um grupo de clientes que atende, para ir alterando os textos e ficar mais rápido, e não ter que fazer uma mala direta e também uma lista de transmissão.

– Quais as desvantagens do uso de grupos na comunicação?

– Existem algumas regras no grupo da rádio. Se o ouvinte não interage por dois dias ele é removido, se proíbe mandar pornografia, fotos de pessoas mortas, coisas que são muito comuns em grupos, entre outras. Mas o grupo da rádio é para o pessoal conversar melhor, fazer novas amizades e interagir com a rádio, onde se atende o ouvinte pelo privado (PV), que tem uma atenção maior.

– Com os novos meios de comunicação aproximando emissor e receptor, como você imagina o futuro da comunicação social?

– O aspecto físico de contato pessoal está se perdendo, podemos ver nos grupos que as pessoas querem marcar: churrasco, festas…  Criamos um mundo virtual e enxergamos um avanço para aqueles que cresceram na geração do computador, ao contrário daqueles que não tinham muito contato com o celular e a comunicação por SMS. Hoje já é mais fácil, existem várias redes sociais, que são interessantes para conhecer novas pessoas, mas ainda assim, cria-se uma “resistência” por não saber se a pessoa que conheceu na internet é de confiança. Com isso, o ouvinte de rádio encontra um meio aberto de interação nos grupos, que são acessíveis.

– Na sua vida pessoal, como você concilia os grupos para não “invadir” sua privacidade?        

– Para os grupos não invadirem a privacidade é algo difícil. Pelo motivo de querer sempre estar interagindo com o ouvinte, existem pessoas que não respeitam a privacidade. Muitas vezes as pessoas não conseguem separar o público do particular, ao verem o número pessoal no grupo acabam confundindo e querendo chamar, onde solicito que só converso no grupo da rádio para separar da privacidade com o público.

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WhatsApp ganha espaço nas emissoras de rádio

Por: Tainá Cassiana

As redes sociais já fazem parte do dia a dia de muitos veículos de comunicação. Com o rádio não é diferente e o WhatsApp vem ganhando muito espaço nas programações das emissoras. No sul e sudeste é nítida a utilização cada vez maior do aplicativo.

Substituindo as ligações e o SMS, ele é livre para o envio de recados, notícias em tempo real, pedido de músicas e participação em sorteios e votações. Quando questionada sobre como é esse contato com a rádio, a dona de casa e ouvinte da Band FM de Presidente Epitácio, Thamirys Pavon Baldassarini, conta que é bem legal, que quando a pessoa é sorteada em alguma promoção eles mandam mensagem no WhatsApp informando como fazer a retirada do prêmio.

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Emissoras investem no aplicativo para se aproximar cada vez mais de seu público

A 98 FM, de Presidente Prudente, faz o uso do aplicativo para a interatividade com os ouvintes desde janeiro de 2015. Usam em um programa com duas edições diárias, o “Tá ligado” e para prestação de serviços. O resultado vem sendo positivo, acima das expectativas, segundo o locutor, Luciano Reis. Ele conta ainda que a ideia é explorar mais o contato com os ouvintes através dessa plataforma, com novos quadros, programas e promoções exclusivamente para cadastrados na agenda.

Popular e instantâneo o WhatsApp tornou a resposta do ouvinte muito mais rápida. Se tratando da prestação de serviços, a 98 FM usou a ferramenta após um temporal na cidade, onde os semáforos deram pane, “pedimos para os nossos ouvintes relatarem a sua situação momentânea no trânsito alertando outros motoristas e a participação foi surpreendente, muito grande”, diz Luciano. Até agora eles não detectaram nenhum ponto negativo.